Uma performance com dois personagens que contam suas histórias ao público, relatando os problemas que foram causados pela falta de proatividade dos interlecutores e a indisposição de ouvir o outro num local que é de todos. Será mesmo?
Sinópse: Naná é uma senhora de terceira idade muito simpática...talvez um pouco surda. Mas como ninguém é perfeito, a conversa flui naturalmente. Alegre e sempre em busca de companhia para conversar, trocar idéias ou melhor ...dar idéias, pois pelo pequeno problema de audição, ela quase nuca ouve o que o outro fala. Quando ela encontra Cidinha, uma executiva centrada e competente no banco da praça, seus olhinhos brilham de felicidade, mas, a recíproca não é verdadeira, pois tudo que a Cidinha quer é sossego para aproveitar o tempo para colocar a leitura em dia, mas Dona Naná não conhece o significado desta palavra. E aí, grandes verdades corporativas e universais brotam desta frutífera conversa de uma inimaginável lucidez. Vale a pena conferir como vai rolar o diálogo entre estas duas figurinhas carimbadas. A interação com o público ocorre durante toda a performance, e a história é descrita de forma agradável e lúdica.
Outros Temas: E.P.I.......de novo!!!
Dois personagens interagem com o público, um deles representa um colaborador da empresa que é relutante ao uso do E.PI. e o outro personagem representa outro colaborador que inicia uma discussão com o primeiro e com o público sobre a importância e necessidade do uso dos equipamentos. Este estará caracterizado ou seja utilizando os EPI e conduzindo a discussão para a importância da preservação da vida, da auto – estima, das parcerias no trabalho, entre outros.
Quem não se comunica, se estrumbica!
Dois personagens contam sua história ao público, relatando os problemas que foram causados pela má comunicação ,bem como o aprendizado que os conduziu à uma comunicação eficiente e clara.A interação com o público ocorre durante toda a performance, desde que a história é descrita de forma agradável e lúdica, exemplificando situações corriqueiras do dia – a – dia, permeadas por dinâmicas de grupo.
Stress, o grande vilão Dois personagens interagem com a platéia. Um dos personagens discute com a platéia sobre a interferência do Stress na qualidade de vida, enquanto o outro, que representa o próprio Stress, vai intervindo durante a apresentação, carcterizado no papel de vilão. Provoca situações cotidianas vivenciadas pela público, facilitando a comparação entre o que está sendo discutido e a realidade de cada um.
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