BANCO DE BOAS PRATICAS SOCIOAMBIENTAIS

TEMA GERENCIAL
RESÍDUOS
 
RESUMOS

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AMBEV - Companhia de Bebidas das Américas Responsável: Beatriz Botelho de Oliveira - Coordenadora Corporativa de Meio Ambiente 

Título do Case: GESTÃO DE RECURSOS HIDRÍCOS E RECICLAGEM DE RESÍDUOS

Resumo: Desenvolvido por um grupo multidisciplinar e implantado nas fábricas à partir de 1997, o sistema de gestão ambiental adota práticas que minimizem os impactos, reduza geração de resíduos e consumo de insumos. Por meio de indicadores de ecoeficiência rigorosamente monitorados para atingir as metas estabelecidas de melhoria contínua, os resultados de controle ambiental são auditados através de "rotas ambientais". Na Gestão de Recursos Hídricos da unidade de Jaguariúna em 2002, houve uma redução de 20 % no índice de consumo de água, e uma economia anual de 686.000 .000 litros de água , suficiente para abastecer durante 1 ano uma população de cerca de 8.000 pessoas. A Reciclagem de Resíduos (unidade F Minas) apresenta um aproveitamento de 98% de seus resíduos sólidos gerados. Edição 2003
 
 
Sociedade Alphaville11 e Residencial Onze
Responsável: Giulio Fortunato Rolfo – Diretor
Título do Case: TERRA LIMPA

Resumo: Racionalização do destino do lixo doméstico no residencial 11- Alphaville. O modelo adota soluções a custos baixíssimos, pois aproveita a estrutura administrativa e de serviços existentes no condomínio. Os moradores recebem sacos de lixo na cor verde para que sejam depositados materiais recicláveis, e que são retirados as 2ªs e 5ªs, no mesmo horário do caminhão normal, por um veículo exclusivamente para este fim. No período de 21 de outubro (primeira coleta) à 25 de dezembro de 2001, transportamos 90 mil quilos de papéis, papelões, latas, plásticos e embalagens tetrapak, Em 2002, 430 mil quilos. Estes índices ficaram acima das expectativas iniciais do programa que previa a adesão de 60% dos moradores do Residencial. Edição 2003
 
 
AmBev - Companhia Brasileira de Bebidas
Responsável: Renata Sbardelini
 
Título do case: PROJETO PROGRAMA RECICLAGEM SOLIDÁRIA – COOPERATIVAS

Resumo:
O Programa Reciclagem Solidária – Cooperativas, lançado em 2002, é uma ação da ONG Ecomarapendi por meio do projeto Recicloteca, patrocinado pela AmBev, que tem como principais objetivos a valorização social dos trabalhadores da reciclagem organizados em cooperativas e a minimização dos impactos ambientais da disposição final de resíduos sólidos. Os objetivos são: Promover a valorização social e incentivar o aumento na rentabilidade das populações de baixa renda envolvidas na coleta e na comercialização de materiais recicláveis; contribuir para o resgate da cidadania e para a melhoria da qualidade de vida dos membros das cooperativas e comunidades adjacentes; minimizar os impactos ambientais na disposição final de resíduos sólidos, uma vez que a coleta organizada de recicláveis diminui a quantidade de materiais inadequadamente descartados em encostas, margens de rios e terrenos baldios; reduzir o volume de lixo coletado a ser encaminhado pela municipalidade para destinação final. Edição 2004
 
 
Consórcio de Alumínio do Maranhão – Alumar
Responsável: Domingos Campos Neto 
Título do case: Estratégica de Minimização de Resíduos Sólidos ALUMAR

Resumo: Desde a implementação do processo de Minimização de Resíduos, em 1999, a taxa de reciclagem aumentou de 65 % (1999) para 106 % (2003). Este valor, acima de 100%, representa a eliminação de antigas áreas de estocagem de resíduos com o processo de reciclagem. Para conseguir o resultado alcançado, a integração do ABS (Sistema de Gerenciamento da ALCOA) com o EHS (Departamento de Meio Ambiente e Segurança do Trabalho da Alumar) foi essencial. Uma equipe multidisciplinar foi formada, incluindo o pessoal de EHS, áreas operacionais e de processo para gerenciar os resíduos de maneira sistemática. Como resultado, todos os resíduos industriais estão sendo reciclados ou co-processados de maneira ambientalmente correta, evitando a construção de novas áreas de disposição de resíduos, reduzindo passivo e conseqüentemente responsabilidades futuras. Além disso, a geração dos resíduos foi reduzida aproximadamente 16% de 2001 (42.738tons) a 2003 (35.861 tons). Edição 2004
 
 
Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - Sabesp
Responsavel: Luciano Reami 
Título do Case: Saneamento Sustentável - gestão de resíduos sólidos
 
Resumo: O lançamento do lodo da ETA na ETE Franca é via rede coletora de esgoto. O processo iniciou em agosto de 2001, tendo como principal objetivo evitar o impacto ambiental causado pelo lodo quando lançado diretamente no corpo receptor, córrego dos Bagres, o qual possui baixa capacidade de diluição. O produto sólido gerado na ETE antes do recebimento do lodo da ETA, biossólido, foi classificado pelo Ministério da Agricultura como Condicionador de Solo, com o nome comercial de Sabesfértil, desde 1998. O recebimento do lodo da ETA não alterou a qualidade do biossólido como condicionador de solo. Todo o Sabesfértil produzido é consumido pela agricultura da região de Franca, principalmente na cultura do café. Para receber o lodo da ETA na ETE algumas manobras operacionais tiveram que ser implementadas na ETE, contudo manteve a qualidade do efluente final e do biossólido produzido. Edição 2004
 
 
Companhia de Entreposto e Armazéns Gerais de São Paulo - CEAGESP  
Responsável: Luciano Rodrigues Legaspe
Título do Case: SISTEMA DE RECICLAGEM INTEGRADA NA CEAGESP

Resumo: A CEAGESP, maior central de abastecimento da América Latina (3ª do mundo) com um volume diário de comercialização de 10.000 toneladas, implantou o Sistema de Reciclagem Integrada na busca de uma destinação adequada, sob o ponto de vista ambiental, econômico e social, para os seus descartes em torno de 100 toneladas/dia. A fração orgânica (frutas, legumes, verduras, peixes, palha), que representa 80% dos nossos descartes, foi o ponto central dos estudos, uma vez que já existe mercado para os resíduos sólidos secos (plásticos, papéis, metais, vidros). Criamos, então, um modelo de gestão de resíduos na lógica dos 3R's (Reduzir, Reaproveitar e Reciclar) que nos permitisse trabalhar em parceria com outras empresas e com a sociedade civil, utilizando o lixo como fonte de matéria-prima no processo de reciclagem em pequena e larga escala. Edição 2005

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